Questão

Como se sabe pra que lado ir, que decisão tomar, qual o melhor sorvete de todos ou qual o cheiro mais gostoso? Como saber o que é certo? Como saber o significado de toda e cada palavra que se fala e que se lê? Como saber como falar (que palavras usar pra falar) tudo o que se pensa e que se sente?

Qual o momento certo? E o momento de ficar calado? Como saber pra que burro baixar a orelha? Como saber quando é dor e quando é prazer? E quando o prazer traz a dor?

Quando ficar quieto é a melhor saída? E quando a saída é a melhor quietude? Qual a saída? Quando foi que se entrou?

E o ovo e a galinha, quem foi que começou? E quem vai terminar, o homem ou uma Dolly interestelar?

Quando não vemos o que está na nossa cara, estamos cegos ou nosso coração é a venda? E a razão, o que faz? Tem razão quem diz ser só coração? Tem razão quem reza pela razão de quem rege?

E o amor? Quem, quando, o quê, onde, como se sabe o amor? Ah! Isso sim, queria eu saber. O resto é fácil. Essa sim, é a minha questão.

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14 Comentários on "Questão"

  • Quem sou? Para onde vou?

    Quem é o senhor do universo?

    Como foi o final do Caverna do Dragão?

    Quem pegou aquela bolacha de morango que estava aqui?

    AAAAHHHHHH !!!!

  • Volps, me preocuparia mais com a bolacha nesse momento. Aninha, ficou muito boa a crônica. Acho essa é a questão para (quase) todos.

  • Anninha diz

    Será que para “quase” ou para todos? A questão aí seria “quando?”.

    Volps, antes de pensar em quem pegou a bolacha de morango, me responda uma coisa: é bolacha ou é biscoito? *rs*

    Bjos, boys!

  • Bolacha, bolacha, bolacha!

    Disso eu não tenho nenhuma dúvida !!! eheheheehehe….

  • Rafael diz

    Calma Aninha, você está muito aflita. Relaxe um pouco, leia, escute uma música bem tranquila. Depois tudo se responde, o que varia é a velocidade com que as coisas se esclarecem para nós mortais! Poxa, estou filosófico hoje….

  • A boa pergunta é aquela que não se encerra na resposta, mas assim, aquela que abre caminhos e ajuda a tomar decisões.

    Ao invés de perguntar que caminho tomar, que tal perguntar o que quero encontrar pelo caminho.

    Beijos

    Obrigado pelas perguntas Anninha

  • Substituir [assim] por [sim]

  • Renata diz

    Essa questão da bolacha e do biscoito é uma coisa muito séria. Na realidade, há várias e antagônicas correntes. Eu, por exemplo, acho que biscoito é doce e muitas vezes recheado. Já viu bolacha recheada???!!!

    E, Paulo, faz uma interpretação do Aurélio para mim, que eu continuei sem entender, please?

  • Samantha diz

    Nossa Ni,tá mandando bem!!

    Acho que está na hora de rolar aqueles nossos velhos papos filosóficos, quem sabe descobriremos algumas perguntas, mas deixe que eu levo a bolacha de morango!

    Bjs

    Sa

  • maria margarida cruz diz

    Esse relógio aí tá maluco, como saber que horas são? Que horas são??? Alguém me diga! Comos saber se já está na hora de tomar meu chá com biscoito?… E afinal, gente, é biscoito ou é bolhacha? Ah, sim, já sei, finalmente sei alguma coisa, garantida e assinada pelo Volponi, com menos de 300 toques – é bolacha.

    Mas tudo o resto não sabemos, certo, Anna?Então vale continuar…

    Ainda dá tempo? Que horas são?

    maria margarida cruz

  • Dalton Hasegawa diz

    Annoviskkkkkk…..

    Estou adorando suas crônicas! Não existe momentos certos e/ou errados, e sim acontecimentos. Deixe fluir, pois as respostas serão suas próprias perguntas.

    beijos do outro lado do planeta!

    del

  • Darcy diz

    Aninha

    Você está demaisssss!!!!!

    A grande questão é saber perguntar e ter a capacidade de levantar dúvidas. As certezas são muito poucas ou nenhumas, portanto não nos garantem nada.

    Parabéns e muitos beijos.

    Darcy

  • Darcy diz

    Aninha,

    Esqueci de dizer-lhe que também estou nessa rodada de bolachinhas!!!!

    Darcy

  • Anninha diz

    Darcy,

    gracias pelo “demaissssss!!!!!”! *rs*

    Na verdade, nada garante nada. O problema é, às vezes, precisarmos, sei lá pq, das certezas, mesmo que incertas. Imagino que das poucas coisas que podem nos “ajudar” a não mais “precisar” dessas certezas é saber que são incertas, é saber colocar isso pra fora e tirar o redemoinho lá de dentro de nós, tirar o nó e continuar tecendo.

    E, só pra constar, tb sou pelas bolachitas!

    Bjão

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