Mundo Animal

Esta semana algo interessante me ocorreu. Meu relacionamento com animais de diversas espécies, ainda que um pouco longínquo, aumentou.

Não pelo fato de eu ter rolado no jardim com algum cachorro, ou ter assobiado junto a passarinhos num pomar, mas vi coisas acontecerem, mas infelizmente, não foi dessa vez que observei o voar calmo de elefoas e elefantes no pôr do sol.

No início da semana, estava eu no intervalo da única aula que estou tendo este ano de manhã voltando de uma padaria, quando vi uma pessoa de uns quarenta e poucos anos – depois que descobri que era do sexo feminino – sendo radicalmente encarada por um canino, enquanto ela permanecia intacta até ir acariciá-lo.

Até aí tudo bem, mas quando subi no andar aonde tenho aula (8º) fui no fumódromo do andar, onde se encontra a máquina de café, e observei pela janela a mesma pessoa entrando em várias casa, abrindo vários portões, para mexer com mais cachorro. Lógico que curiosidade te atrasa pra aula e fiquei analisando, para ver o que iria acontecer. Fiquei abismado. Onde já se viu, uma mulher ir abrindo todos os portões da rua e ir mexendo com o cachorro de todos daquela rua? O pior é que os cachorros latiam muito com a sua presença.

Já mais calmo e dois dias depois, cheguei a noite da faculdade e fui assistir, como de costume, mais um episódio de “”Um Amor de Família””. Adivinhem qual episódio que era? O que o Buck Bundy morre e é substituído por outro animal que na verdade é ele mesmo, na verdade uma longa história que não vem ao caso. Beleza, mais animais na semana.

Mas a gota d’água foi a minutos atrás. Tinha acabado de estacionar meu carro na garagem do meu prédio e, quando vou desligar o motor olho pela janela do carro: um rato. Isso mesmo, o pequeno roedor – que não era tão pequeno assim – estava procurando algum buraco para fazer alguma coisa que eu não faço a menor idéia do que seja, mesmo porque não sou um rato e não sei quais são seus interesses, e fiquei vendo o animalizando.

Nunca, jamais, imaginaria que o bicho tivesse um rabo como aquele, parece ser meio escamoso, e é grande. Talvez seja por isso que as mulheres se assustam e se alteram.

Bom, já falei demais sobre coisas pessoais hoje, até semana que vem.

Ah… só uma coisa, a Marginal não é uma linha reta! É complicado uma avenida (2) que pega as zonas sul oeste, norte e leste poder ser feita com uma régua, ela pode se encontrar!

Abraços, Herminio.

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