O Meu Próprio Ranking de Seriados

Olá a todos! Quanto tempo hein? Pois é, aproveito essa semana para voltar e tentar escrever (isso é se ainda conheço alguma palavra do nosso vocabulário, já que estranhamente me pergunto sobre como se escrevem todas as palavras que eu conheço… bom, é melhor não entrar em detalhe, pois posso acabar entrando numa síndrome gramatical crônica e não conseguir mais sair dela).

Bom, desde o ano passado, venho pensando em algo muito bom. Vi diversas vezes, enquanto aproveitava o aconchego do lar (salve o professor “”Zé””, pessoa que eu já odiei, algo realmente difícil de acontecer), o fantástico canal de televisão que diz muita coisa mas não acrescenta nada “”E!””! Eu gosto desse canal, assisto “”Wild on”” sempre que possível e sempre que não é reprisível!

Bom, mas não é esse programa que interessa, mas sim o “”Rank””. Sim, o “”Rank””! Vi ranks de diversas coisas, como a pessoas mais rude de Hollywood, assim como o mais poderoso, a loira mais bonita e, finalmente, a melhor série! Bom, todos os rankings passaram, até cutucarem minha ferida?: serie (ou seriado, como preferir), eu adoro isso! Novela são para fracos mortais que tem uma facilidade enorme em entrarem no vício dos capítulos, até uma cena acabar no topo do suspense e você não agüentar 24 horas para ver sua continuação. A série não, a série é muito mais que isso, não é um vicio, mas sim uma vida! A necessidade não é de acompanhar uma mísera cena do capítulo anterior e saber como irá continuar, mas sim acompanhar a vida dos personagens, sem ter uma ligação obrigatória entre um capítulo e outro, mas sim um desejo enorme de ver os personagens novamente, como se fossem seus amigos mais próximos e, podendo perder um capítulo (isso é muito triste) e poder assistir a um outro e entender tudo. Ah, como eu adoro seriados, mas tenho que confessar, já gostei muito mais de séries, ou melhor, gostar não é a palavra ideal, mas sim acompanhar. Dos meus 13 anos pra cá, faltou tempo para acompanhar, mas sobrou vontade.

Bom, vou aqui aproveitar essa oportunidade para fazer uma homenagem aos meus queridos seriados e fazer um ranking, o meu ranking! Claro que o meu ranking é um pouco mais modesto e será dividido em duas partes, já que boa parte de minha infância e adolescência forma marcadas por séries, tenho, porque tenho, que citar séries daquelas épocas! Então vamos assim, da décima à sexta posições, serão séries que marcaram minha vida quando eu era jovem. Do quinto ao primeiro serão séries que marcaram a minha vida, até hoje e, possivelmente seguirão comigo.

Bom, em décimo lugar vem uma série que não sei o nome. Isso mesmo! É tão antiga e faz tanto tempo que eu não vejo que me esqueci, só sei que era fantástica! Se passava numa escola típica americana e o nome era “”próximo”” a “”Uma galera da pesada””. Me desculpem se está errado, mas o que vale é a intenção. Se uma referência maior for importante, tinha um nerd magrinho, um cara muito forte, um loirinho e uma menina… a Kelly, que também fez Barrados no Baile, substituindo a Brenda.

No nono lugar fica uma série de quando eu era muito pequeno e adorava, e acho que todos lembram: “”Armação Ilimitada””! O que era aquele Chefe? E o Bacana? O Luba e o Juba? Sensacional, desde então tenho uma vontade louca de pular de Asa Delta. Na minha humilde opinião, foi uma das melhores séries de TV feitas no Brasil até hoje.

Ah o oitavo lugar… era uma série bem bobinha, mas muito legal. Eu era muito pequeno mesmo, deveria Ter uns 7 ou 8 anos quando passava. Era a “”Super Vick””. Eu adorava! Achava sensacional o fato de ela dormir de pé e no armário! Pode?

Bom, tenho que ser breve, senão você não vai ler toda esta crônica. O Sexto lugar também marcou a minha infância, e, por mais que alguns digam que sou retardado, de vez em quando, depois do almoço, ainda vejo, é o “”Chaves””. O seriado mais antigo de minha lista, mas eu acho muito bem feito para a época. A ingenuidade e a simplicidade de como a vida é tratada nesse seriado me conquistaram. Não riam, mas cheguei a chorar em alguns episódios, como o do Natal.

Fechando a minha “”primeira fase””, mas já na adolescência, vem o famoso e glorioso seriado “”Barrados no Baile””. Duvido que exista uma pessoa que jamais tenha se inspirado em algo que viu naquele seriado. Aliás, tudo começou num filme, que sinceramente, eu vi mas não me lembro de nada.

Vamos entrar na faixa dos cinco primeiros! O quinto colocado é um seriado relativamente novo e que em conquistou muito facilmente: “”That’s 70th Show””! Esse seriado é fantástico! É irônico, é (desculpe o termo) mijante de rir! Situações cretinas de adolescentes ingênuos que bancam os espertos. A relação deles com os pais também é um espetáculo!

Bom, o quarto lugar é um seriado que limpa a minha mente, que me deixa bem e feliz! “”Friends””! Isso mesmo, adoro o Joe e acho a Rachel linda, fascinante! As situações cotidianas e o mergulho nos detalhes de algumas situações, ironicamente retratadas, me fazem adorar o clássico!

Já o terceiro lugar não tem como explicar. O seriado se passa numa década de uma pequena sociedade, dentro de uma pequena cidade, com ênfase na vida do personagem “”Kevin Arnold””! “”Anos Incríveis””! Esse seriado deveria ser muito mais divulgado do que foi. Assisti ele na Cultura e depois no canal 21. É uma pena que não passe na TV aberta hoje em dia, pois indicaria todas as lições de vida que Kevin me ensinou a praticamente todas as pessoas que conheço e, é uma pena que muitas dessas pessoas nunca tenham ouvido falar na série. Foi, sem dúvida, a série que mexeu com os meus sentimentos mais íntimos.

Em segundo lugar vem uma série que poderia estar muito bem em primeiro e, é o que eu mais gosto de assistir na televisão: “”Os Simpsons””! O melhor desenho de todos os tempos! Sem dúvida, nada ironiza mais o cotidiano de vida americano com tiradas espertas e detalhes dos detalhes que quem entende e conhece, pensa em coroar seu criador como o rei da televisão mundial e gênio comparado ao Einstein! Bom, talvez um pouco menos. Aliás, só não ficou em primeiro lugar, pois espero que essa série jamais acabe, sempre melhorando muito para que eu possa justificar sua ida para um possível futuro primeiro lugar! “”Homer J. Simpson””, se você existisse, com certeza eu iria te achar aonde quer que você estivesse, para pedir um autógrafo. Sua simplicidade para definir algumas coisas explicitamente importantes é sensacional! Do que estou falando? Claro que Homer existe! Quem, se não ele, iria praticamente triplicar o seu peso para poder trabalhar em casa? Ele é praticamente um rei! Podem ter certeza, se me largassem em Springfield, iria chegar facilmente na Igreja, no bar do Moe, na escola e na casa dos Simpsons!

Com certeza se “”Al Bundy”” estivesse lendo essa crônica e visse que a série “”Uma Amor de Família”” (“”Married With Children””) a energia acabaria e ele não conseguiria ler a crônica por inteiro, ou tudo não passaria de um sonho, como o episódio que ele conversou com o todo poderoso (supostamente, mas se você assistir esse episódio verá que não é nada disso) e resolveu fabricar os seus sapatos. Nossa, Al é, sem dúvida, o frustrado de maior sucesso dos seriados. Ele nunca, mas jamais, se dará bem no final de um episódio (a não ser que seja contra sua vizinha, Marcy Darcy, mas mesmo assim, com alguma boa seqüela para Al, como no episódio do supermercado). Al era um saco de pancadas fantástico. Aliás é, pois mesmo a série tendo acabado, ele vive no coração de seus fãs! Não posso esquecer da Peg, uma mulher imprestável, Bud e Kelly, filhos desleixados, fechavam a família mais relaxada da América. Ri muito com eles, aliás, devo Ter vivido uns anos na casa deles, pois assistir “”Uma Amor de Família”” era algo condicionado à minha existência.

Bom, é isso. Acho que da próxima vez vou fazer um ranking de futebol. Quer dizer, melhor não. Tenho muito amigo palmeirense e isso não vai pegar bem.

Abraços a todos e até a próxima (Crônica)!

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3 Comentários on "O Meu Próprio Ranking de Seriados"

  • Kris diz

    Turma da Pesada. E não era a Kelly e sim a Vallory

  • Herminio diz

    Isso… nao me lembrava…

  • Meu Deus, o primeiro fã do Al Bundy que eu conheço (depois de mim, claro)… não estou sozinho neste mundo!

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