Não faça na vida pública o que você faz na privada

É tempo de eleição, e todos os dinossauros voltam a despertar. Nossos velhos conhecidos de pleitos passados: A sexóloga, a prefeita, o vice-governador, o prefeito-governador e eterno candidato, o delegado, o presidente, enfim todos.

É nessa época, nesse pseudo ápice da democracia em que perdemos nossos bens mais valiosos: Nossa paisagem e nossos preciosos programas de T.V. Nossa cidade já tão maltratada fica mais poluída ainda com banners, folhetos, faixas, e palavras que estes candidatos espalham por aí. Agora nos indagamos, quem realmente se preocupa com a cidade? Quem realmente quer mudar alguma coisa?

Para solucionar tais perguntas insistimos em assistir o horário político e os debates. Fulos da vida já ligamos a T.V, pois tudo o que você costuma assistir naquele horário vai começar mais tarde retardando seu sono, conseqüentemente, menos descanso. Mas tudo bem, vamos a luta. O problema é que os candidatos estão reaproveitando os programas, para conter gastos os candidatos estão usando programas antigos, pois como eles falam todos a mesma coisa seria um desperdício a produção de novos. Com esse dinheiro eles podem sujar a cidade um pouco mais.

Tudo bem ainda existe o debate, não custa tentar. Bem, aqui a coisa parece ser um pouco melhor, todos tem o mesmo tempo para falar, temos um mediador são para controlá-los, acho que agora vai. Começam as perguntas e você se pergunta se está assistindo um debate ou o Programa do Ratinho, trocas de acusações, palavras “indelicadas” e palavras realmente indelicadas. A conclusão de um debate geralmente é a mais simples possível, o pouco da retórica de cada candidato mostrada prova que a sexóloga continua sendo uma sexóloga, o delegado continua sendo um delegado e o eterno candidato sempre vai ser um candidato.

O truque é achar o tipo que mais se ajusta com você e com a prefeitura da sua cidade, assim quem sabe você acerte ou ao menos faça eles gastarem com um programa diferente na próxima eleição.

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