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Dona Maria e o Presidente Bush - (07-04-2002) Tudo começou com uma simples frase de Dona Maria: “Eu adoro o George Bush” e seguiu com a explicação: “ah, é q ele se parece tanto com o meu pai. Se eu o encontrar vou dar um beijão nele”. Claro que ninguém levou à sério o que aquela Maria falava, mesmo assim ela não desistia do seu sonho de dar um beijo no presidente dos EUA. Dona Maria sempre possuiu uma mão de anjo para a cozinha. Só de lembrar a feijoada que fazia para a vizinhança toda aqui do bairro já me dá água na boca! E graças à esse dom, foi aceita (mesmo sem saber falar uma palavra em inglês) como cozinheira em uma comitiva de diplomatas brasileiros. Eles iriam para Washington em um Fórum Internacional, onde o presidente americano seria o convidado de honra. Claro que ela ficou excitada com a possibilidade. Ficou noites sem dormir pensando em como entrar em contato com o George Bush até que em um site descobriu o E-mail do presidente. A humilde Dona Maria que não falava nada de inglês, pegou o dicionário “Português/Inglês” e começou a traduzir palavra por palavra: “Senhor Presidente, eu quero beijar você”. Por um infortúnio do destino (ou pela emoção do momento), Dona Maria se engana e digita: Enquanto Dona Maria dorme, nem imagina que a mensagem é interceptada pela CIA, que começa uma investigação até descobrir o autor dessa mensagem terrorista. Quando a grandiosa inteligência americana descobriu que o E-mail veio da Dona Maria, ela já estava servindo sua tão famosa feijoada preparada especialmente para o banquete com o presidente dos EUA. Temendo que a feijoada estivesse envenenada por essa nossa falsa terrorista, os agentes da CIA intervieram prontamente: A Dona Maria foi levada ao Pentágono e interrogada à exaustão: Depois disso nunca mais tive notícias da Dona Maria. Ainda sinto saudades da sua feijoada com aquela pimentinha. Epílogo: |
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paulo - paulocoelho@cronistasreunidos.com.br 03-04-2002 08:42
Aê, Joe, bem loco! Adorei a passagem do “dad man”. |