Rafael

Caricatura Rafael (grande)

Nome: Rafael da Paixão Uyeda
Apelido: Jap’s, mamute, japa, Rafão, Rafa, Paixão, Patience, ô você aí…..
Time: São Paulo Futebol Clube o “TRI-campeão mundial”.
Formação: Escola Superior de Propaganda e Marketing
Escola de Comunicação e Artes – ECA USP
Ocupação, por obrigação: Diretor de arte/Designer
Ocupação, por interesse: fotografia e escrita
Livro de cabeceira: Pequeno Príncipe, Ensaio sobre a cegueira, O Mundo de Sofia, Dom casmurro.
Influências: Mikail Baktin, Lobão, Platão (Francisco Savioli), Mário Prata, Veríssimo, Millor Fernandes.
Se você fosse Presidente da República, qual seria sua primeira medida?
Distribuiria balas ao povo brasileiro
Se você fosse chefe do Comando Vermelho, qual seria sua primeira medida?
Distribuiria balas ao povo brasileiro

Rafael por Kris:
Japonezinho desgraçado esse aí hein. Você já viu japonês que não anda com um monte de japonês, não namora japonesa e não dança aqueles passinhos legais que foram populares nos anos 80. Então, esse é o Rafael. Não é fã de karaokê e adora mesmo uma baladinha ocidental com muito álcool. Nosso amiguinho é do tipo que avisa na sua cara que sua braguilha está aberta mesmo que tenha te conhecido a dois segundos atrás.

Sinceridade e autenticidade lhe são peculiares. Se um dia você estiver naquela fria, tendo que ir para uma expedição em busca de manganês na Serra do Navio é ele mesmo que você tem chamar pra fazer companhia. Praticamente um tupinambá, Rafael se adapta em bem qualquer terreno, adora um finzinho de mundo, de preferência sem energia elétrica.

Se um dia você o levar em casa e repentinamente ouvir cânticos celtas, fique tranqüilo: ele só está conversando com seu avô.

Rafael por Volponi:
Tem de tudo no mundo: celular roxo, macarrão na salada e gente que escreve de ponta-cabeça, vai explicar. E tem o Rafa. Um Japis que tem sobrenome Paixão, que pá daqui pá dali está aprontando das suas, seja numa eco(ego?)trip pros cafundós da latinoamérica ou numa balada que ninguém mais teve coragem de ir. Vai explicar. Dizem até que ele na verdade não é semi-japonês coisa nenhuma, é um indígena que foi raptado da sua tribo no meio da amazônia, o que explicaria sua paixão (Paixão?) pela natureza e seu sorriso sempre amigável. Mas isso pode ser só um boato, provavelmente inventado por ele mesmo, só pra deixar a gente instigado. Vai explicar. Tem de tudo no mundo.

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